Depoimento

Por Gustavo, namorado da Ana

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O amor em palavras

“Neste ano vamos completar dois anos de namoro; mesmo com todas as nossas diferenças, brigas, sendo completamente opostos na maioria das coisas, ela é o grande amor da minha vida, sem a menor dúvida, e hoje eu entendo que os opostos se atraem e entendo e sinto o que é amar e ser amado por alguém.”

Tudo começou no ensino médio, nos conhecíamos bem pouco e tínhamos dois anos de diferença entre as turmas. Eu era aquele aluno mediano, que fazia de tudo para tirar a nota média e ficava satisfeito. Ela era esforçada e tirava notas altas sempre, um exemplo para nossa pequena escola do interior. Conversamos algumas vezes, mas o contato não era uma coisa que acontecia com frequência. Foi no carnaval de 2010 que ficamos mais próximos, nos encontrando várias vezes pelas festas que estavam acontecendo. Nós nos vimos na sexta-feira, rolando sempre aquele papo mais tranquilo, nada de mais. No sábado, rolou mais uma aproximação, quando a ajudei com um celular problemático que ela tinha e achando uma garrafinha de água sem gelo na lanchonete mais distante, pois ela estava doente. No domingo, rolou mais um papo sobre o carnaval e coisas da vida, nada mais sério. Na segunda, terça e quarta-feira, não a encontrei, batendo o pensamento: “Cadê???” Aquilo ficou na minha mente pelos dias seguintes. Por termos vários amigos em comum, dias depois fiz chegar um convite até ela, por uma amiga, para uma festa de aniversário surpresa que ia fazer em casa para outra nossa amiga comum. Era um meio de vê-la novamente. No dia 26 de fevereiro de 2010 acabamos ficando, e no dia 5 de março iniciamos o namoro. Minha primeira e única namorada. Mas não acabou aí, não! Enquanto ela acabava o ensino médio, fiz dois anos de cursinho. Estudávamos juntos para o ENEM e vestibulares da vida, era uma parceria saudável. Pelo fato de termos alguns pontos em comum, começamos juntos o curso de Engenharia Química no UniAnchieta, e estamos finalizando neste ano o bacharelado. Esse está sendo o nosso início, apenas o início… “Ana, não há combinações de palavras para descrever essa história que temos. Sei como você é tímida, sei que irá me repreender por ter feito essa homenagem a nós. Mas fique tranquila, não escondo o que sinto por você. Com carinho.”

Por Gustavo, namorado da Ana

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