software-livre-x-software-proprietario

Software Livre X Software Proprietário

Contribuição de Juliano Schimiguel, professor do UniAnchieta.

Software livre (FREE SOFTWARE) é um termo que foi criado por Richard Stallman (DA FREE SOFTWARE FOUNDATION) em 1983.

O termo refere-se à liberdade dos usuários para executarem, copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e melhorarem um determinado software.
Isso diz respeito a quatro tipos de liberdade: execução; estudo e adaptação; redistribuição; e publicação de melhorias.
Como exemplos de softwares livres, podemos citar o sistema operacional Linux, o pacote Open Office (http://www.openoffice.org/), similar ao Microsoft Office (que é um software proprietário), e o pacote BrOffice (http://www.broffice.org/), que foi desenvolvido como uma iniciativa brasileira, junto à Universidade de São Paulo (USP). Já o software proprietário é um software que não é livre nem semi-livre.
Ele é proprietário, isto é, os direitos são devidos à empresa que o criou. Seu uso, redistribuição ou modificação são proibidos ou são cercados de tantas restrições, que na prática não é possível serem viabilizados livremente. É necessário comprar uma licença para uso em cada máquina da empresa.
Entre algumas formas alternativas para o software proprietário, temos: Licença de Uso Empresarial; Licença de Uso Acadêmica (neste caso, muitas vezes a faculdade/universidade/instituição de ensino não paga um valor, ou paga um valor pequeno, ou precisa seguir os critérios de algum contrato acadêmico); Versão para a rede, etc. Neste cenário, podemos ainda falar sobre o conceito de pirataria de software. A pirataria de software existe para quem copia ou usa ilegalmente um software proprietário. No Brasil, a pirataria de software é considerada um crime.
Como outras categorias de softwares, podemos destacar:
(i) Demos (demonstrativos): são softwares em versão reduzida (somente uma parte do todo) distribuídos livremente, sem qualquer custo;
(ii) Freeware (ou software gratuito): são softwares totalmente gratuitos para execução. O autor detém o copyright (direito de cópias). Um programa licenciado como freeware não é necessariamente um software livre, pode não ter código aberto e pode acompanhar licenças restritivas, limitando o uso comercial, a redistribuição não autorizada, a modificação não autorizada;
(iii) Shareware (ou trial): são distribuídos gratuitamente para teste por um determinado período de tempo (período experimental). Caso haja interesse na utilização permanente, o software deverá ser comprado;
(iv) Site repositório de freeware e sharewares; um exemplo é o site Tucows (http://www.tucows.com.br/).

DEIXE UM COMENTÁRIO

*

*